Heroes of the Storm Alpha Test - Review

Alpha Teste de Heroes of the Storm, o novo e badalado MOBA da blizzard, utilizando todos os clássicos personagens de Warcraft, WoW, Diablo e Stracraft. Concerteza vale a pena conferir.

Jogatina: Guitar Hero 3 [Xbox360]

Um pouco sobre o clássico, e interessantíssimo, Guitar Hero III: Legends of Rock.

Nintendo Deixa o Mercado Brasileiro culpando os Impostos

Quais as mudanças provocadas pela saída da Nintendo do mercado de jogos brasileiros? Não muitas, aliás... Confira aqui.

Wallpaper: Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire!

Wallpaper incrível de pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire

WoW: Mudança de Hábito

Quando chega a hora de mudar em um jogo, e escolher jogar com uma facção totalmente o oposta a sua

quinta-feira, 25 de junho de 2015

O destino dos jogos na era "móvel"

Quando nós falamos de números, em jogos digitais, com certeza os celulares tomam vantagem absurda hoje em dia, mas também não é por menos, a facilidade, preço e mobilidade, são extremamente vantajosos em comparação aos computadores e consoles.
Por exemplo, quando alguém compra um celular, o objetivo principal não é que ele sirva para jogos, mas também para diversas outras funções; O preço do celular pode ser alto, talvez mais alto do que um console, mas as pessoas pagam esse preço. Porque? Porque todo mundo precisa de um celular, e como ele não é para "joguinho", a sociedade aceita pagar um preço caro por ele. Claro, poderia ser o mais barato, o da promoção, mas as pessoas sempre querem ostentar, rsrs.

Angry Birds


Mas, o que nos interessa é que, milhares e milhares de pessoas possuem celulares bons o suficiente para diversos jogos. Esses mesmos celulares são móveis, fazendo com que esses mesmos jogos possam ser jogados em qualquer lugar, principalmente na hora em que as pessoas estão com tédio, ou esperando por alguma coisa. E esses jogos, em sua grande maioria, são gratuitos? O que mais precisamos?

Chrono Trigger foi uma ótima adição a biblioteca de jogos
de celular, mas não é um lançamento, certo?
Mas como diria meu amigo, isso é uma faca de dois "legumes", rsrs.
O revés que os jogos 100% gratuitos trazem, na minha opinião, não vale o esforço. Vejo infinitos jogos com muito potencial para o sucesso, caso fossem vendidos a um preço razoável, mas, lembramos que, a sociedade não gosta de gastar dinheiro com "joguinhos", então eles não podem custar caro. E como hoje estamos falando de frases populares, o barato sai caro.
As pessoas que não pagam 10, 20 ou 50 reais em um jogo, gastam 1, 2 ou 5 reais para passar em um momento difícil em um dos jogos gratuitos. E é aí que está o ponto chave da modalidade dos jogos móveis: Para que vender o jogo uma vez, se você pode vendê-lo todos os dias, para a mesma pessoa, sempre? E mais, você pode ter uma conexão com redes sociais muito fácil (com auxílio do iOS e Android), e facilmente ter todos os amigos dessa pessoa ali, numa competição semanal de pontos.

Tudo bem que, se o jogo é bom, divertido, vale a pena pagar né? Mas ultimamente, a cada 10 jogos remake de algum console. E acho que esse é o ponto triste da nossa história de jogos digitais. Todos os jogos que são bons e fizeram muito sucesso, custam caro, e poucas pessoas pagariam o preço deles para jogar no celular. E além do mais, o modelo gratuito é muito, infinitamente mais lucrativo do que o pago (esquecemos de mencionar que, além das compras no jogo de pequeno valor, ainda temos as propagandas, muitas, infinitas, a todo instante!).
novos, nenhum é bom. Talvez a cada 50 ou 100 jogos novos, saí um jogo que realmente vale a pena, seja ele gratuito, pago, ou

Claro que os consoles vão bem, obrigado. Mas a questão é que, o público alvo dos jogos móveis é muito maior que o público dos consoles.



Então, até onde isso pode durar? Até que ponto os jogos serão divertidos, ou atravessarão a linha do perigo, e ficarão chatos e cansativos?
Claro que, isso não se aplica a todos os jogos, temos jogos excelentes em modelos gratuitos. Muitos com uma curta "vida", mas são legais. Mas no contexto geral, onde temos uma enxurrada de jogos novos todos os dias, vemos o modelo ir mudando e tomando uma nova forma, onde você não paga pelos jogos e sim pelo momento no jogo.

O futuro, certamente, é do passado. Espero estar errado.

sábado, 25 de abril de 2015

Vagas de Emprego: Quer trabalhar na Blizzard?

Esta semana a Blizzard divulgou em seu blog e site oficiais que está contratando pessoas.



Nos Estados Unidos, estão com mais de 200 (!) vagas abertas, já no Brasil, como o escritório deles é mais dedivulgação e não de produção, temos apenas duas vagas, uma de Marketing e outra de Relações Públicas (Mas este último mais voltado para o Chile e Argentina).

Um Orc gigantesco na entrada do trabalho? Sim, a Blizzard tem!


Para quem é da área, esta é uma ótima oportunidade para entrar na empresa dos sonhos! Além do mais, se você já mora nos Estados Unidos, a Blizzard tem mais de 200 vagas esperando por você.

Confira abaixo as vagas disponíveis:



Para mais informações, acessem o site oficial da Blizzard Careers.




Dica de Conteúdo: Humble Origin Bundle 2

Todos já devem conhecer sobre o site Humble Bundle, caso não conheça, vá conhecê-lo agora!

Ele junta pacotes de jogos com valores infinitamente baratos, na verdade, o conjunto inicial de jogos, você paga o quanto quiser, a partir de 1 dólar. Já com o conjunto de jogos mais recentes e mais caros, você paga o preço médio que os jogadores estão pagando, que sempre gira em torno de 5 dólares. E quando tem jogos muito caros, tem um preço mínimo, de 10 ou 15 dólares.

Enfim, esta semana temos o Humble Origin Bundle 2 (O primeiro teve jogos como Battlefied 3, The Sims 3, Dead Space e Crysis 2), mas agora, temos os seguintes jogos:



O mais incrível disso tudo? Você pode pagar o quanto quiser por eles, e ainda distribuir quanto desse dinheiro será para caridade e quanto será para os desenvolvedores do jogo.

Quer mais que isso? Então veja quais jogos terá se pagar o preço acima da média:



Isso mesmo. Os clássicos de Dragon Age, para quem não quer começar a jogar Inquisition sem jogar os títulos anteriores; Um pouco de Dead Space 2; Pacote Clássico de Medal Of Honor; Plants Vs Zombies Call of Duty Garden Warfare, entre outros títulos incríveis.

Obs.: Repare que, embaixo de cada título, tem os símbolos da Origin ou Steam. São as plataformas para as quais receberão as chaves dos jogos, quando adquirirem.

Essa não da para perder né?

Não perca tempo e compre-os agora, antes que termine!


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

WoW: Mudança de Hábito



Em World of Warcraft, MMORPG da Blizzard, antes de entrarmos no jogo, somos obrigados a fazer uma das maiores decisões de nossa vida in-game (Exceto caso tenha escolhido a classe Pandaren, mas essa é uma classe mais recente), escolher qual das duas facções disponíveis vamos jogar, Aliança ou Horda.

Parece simples, é uma questão apenas de qual raça você mais gosta, e escolhida a raça, você automaticamente escolhe a facção, uma vez que cada raça pertence única e exclusivamente a determinada facção, porém, diferentemente da escolha da raça, onde apenas as histórias iniciais são diferentes, na escolha da raça, toda a visão do mundo do jogo fica diferente para você, inclusive, tornando a outra facção automaticamente sua inimiga, e é sobre isso que vamos falar hoje.



Confesso que, quando vi o trailer de World of Warcraft pela primeira vez, talvez em 2005 ou 2006, tive uma infinidade infinita pela Aliança, independente da raça escolhida. Qual o motivo? No passado, Orcs sempre foram maus (Senhor dos Anéis? Orcs vs Humans?), Undead tem um som muito negativo, morto vivo. Troll parece mais um monstro de RPG que você mata para ganhar experiência, a única raça "Boa" ali, eram os Taurens. Vi ali, um lado bom dos Humanos e um lado ruim dos Orcs, e como achava elfos legais, comecei a jogar com Nightelf (Elfos Noturnos) e posteriormente com Humanos.
Joguei com diversas raças da aliança, mas nunca joguei muito tempo com um personagem da horda. É engraçado isso, porque, com o passar dos anos, vamos criando uma aversão a facção oposta a nossa, como se realmente fossem inimigos de longo tempo, e passamos a não gostar nem de jogar com os personagens. Por isso, hoje venho falar do meu Tauren.

Para quebrar meu preconceito, aversão, etc, da facção oposta, resolvi começar de leve, com a raça que acho "boa" da Horda (sei que não tem nada haver, rsrs, cada raça tem a sua devida história e seus motivos para a batalha, mas essa é a impressão que tenho do geral, quando olho para os Taurens). Quem fica feliz com isso são meus amigos que jogam na horda, mas não é fácil quebrar esse preconceito, são muitos anos achando aquelas raças (e aquelas regiões) como inimigas, e tudo fica diferente agora.

A começar pelos conflitos. Toda raça (agora estou com o Tauren), tem o seu motivo de estar ali, querendo espaço e tentando sobreviver. Sempre tem um inimigo em comum, mas no final, falta espaço para que as duas facções vivam em conjunto, e ocorrem os conflitos. Mas ter a perspectiva de visão da história pela facção oposta é muito legal, e aumenta muito o tempo de vida do jogo, que por ser um MMORPG, já é quase infinito, podendo jogar histórias totalmente diferentes em facções opostas, cria um dinamismo bem maior.

E você, também tem dificuldade de jogar com a facção oposta, ou acha isso bobeira? Já sentiu aversão ao olhar para o lugar que costumava ficar seu Orc, e ver uma cara de elfo na tela? rsrs
Se ainda não tentou fazer isso, aconselho a fazê-lo agora. Tenho certeza que será muito engraçado ver o jogo de outra perspectiva, fora que poderá ganhar a conquista de [Agente Duplo], por possuir personagens em nível máximo em ambas as facções.






quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Heroes of the Storm Alpha Test - Review


Eu nunca fui fã de jogos do gênero de MOBA (ta bom, só um pouquinho), mas eu compreendo que esse é um dos gêneros de jogos que mais ganhou espaço nos últimos anos, e tenho certeza que, muito em breve, irá dominar grande parte do mercado de vídeo games. Apesar de ser a maioria, muita gente ainda não sabe o que é, então vamos dar uma leve explicada:

MOBA: Multiplayer Online Battle Arena
Em resumo, é uma arena de batalha, onde temos dois times, e um time deve vencer o outro. Acredito que o grande percursor de jogos do gênero foi a Blizzard com o Warcraft. Confesso que nunca joguei muito ele, apenas um pouco de Warcraft III, mas depois de DOTA, o gênero ganhou força, e com lançamento de League of Legends, ele virou um sucesso.

Por ser a percursora do gênero, Heroes of the Storm da Blizzard, é muito aguardado pelos fãs do gênero. E como o jogo está demorando um pouco, andei jogando o Alpha Test, e vou colocar aqui uma breve análise do que nos aguarda. Joguei pouquíssimas vezes os jogos do tipo LoL, DOTA nunca cheguei a jogar, por isso minha análise será concerteza imparcial, e posso dizer que o que nos aguarda é muito mais do mesmo, com algumas melhorias, é claro.

Heroes of The Storm

Acredito que o primeiro grande impacto do jogo, são os personagens. A fase de tutorial que nos é apresentada, é muito cômica. Você começa com o personagem do Starcraft II, Jim Raynor, e Uther the Lightbringer do World of Wacraft, te guia no tutorial. Uma cena muito engraçada ocorre, quando seu personagem pergunta porque o Uther não está ajudando ele nas batalhas, e Uther responde sabiamente, que ele não precisa fazer o tutorial, pois já o havia feito...

Para os jogadores que estão acostumados com jogos do gênero, não é necessário passar pelo tutorial, que é bem básico. As únicas diferenças, acredito eu, é que o tutorial ensina como utilizar a montaria, que é muito útil para andar rápido pelos locais.

No modo de batalha que testei, ainda temos poucos personagens liberados, mas pelo visto, será necessário comprar os personagens para libera-los para jogar, e claro que, os personagens mais legais, ainda não estavam disponíveis (Pelo menos para mim, Arthas, the Lich King; e o Illidan). Assim como no jogo Hearthstone, você treina cada personagem individualmente, ou seja, no final de cada partida, uma determinada quantidade de pontos de experiência é dado ao seu personagem, e com mais níveis, você vai adquirindo novas habilidades para o personagem utilizar nas partidas. Um ponto bastante interessante.

Já dentro das partidas, os níveis de experiência são compartilhados com todo o time, então todos passam de nível juntos.

E ai, quem irá jogar esse novo título da Blizzad?

Obs.: Jogo testado em um Macbook Air mid 2011, e funcionou (com os gráficos reduzidos), com 30 fps. Então acredito que mesmo os computadores mais antigos conseguirão rodar o jogo sem problemas, e acredito que esse é o foco dos MOBAs, atingir o maior público possível.

Jogatina: Guitar Hero 3 [Xbox360]

Tudo bem que o jogo é velho, antigo, o console é da geração passada, e a modinha de Guitar Hero já acabou, mas... .Nunca tive tempo de terminar todos os jogos desse gênero, e esses dias fui jogar um dos clássicos, e certamente ele não deve nada aos demais.



As músicas do jogo são clássicas, com certeza eles pegaram um repertório muito bom. Algumas pouco conhecidas (que na verdade eu nunca tinha ouvido), e que encaixaram perfeitamente no jogo, e acabei gostando delas também!

Claro que as mais famosas eram o prato principal, geralmente acompanhadas de um duelo de guitarras, com o guitarrista da banda famoso. Muito legal!

O final, "surpreendente" do jogo, também é digno, e de certa forma difícil. Esse é um jogo em que, até os créditos finais são divertidos (quem já terminou saberá o que estou falando).


E não pude deixar de notar uma certa semelhança com o filme Tenacious D... Só faltou o Jack Black como personagem jogável, rsrs.

Recomendo! Em poucas horas é possível concluir o jogo.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Nintendo Deixa o Mercado Brasileiro culpando os Impostos

Certamente que, essa notícia que andou bombando nas redes sociais nos últimos dias, deixou muitas pessoas tristes, ou felizes, caso não gostassem da Nintendo. Para quem ainda não viu a notícia, segue o texto na íntegra, dito pelo diretor da América Latina da Nintendo of America:

"O Brasil é um mercado importante para a Nintendo e lar de muitos fãs apaixonados, mas infelizmente, desafios no ambiente local de negócios fizeram nosso modelo de distribuição atual no país insustentável. Estes desafios incluem as altas tarifas sobre importação que se aplicam ao nosso setor e a nossa decisão de não ter uma operação de fabricação local. Trabalhando junto com a Juegos de Video Latinoamérica, iremos monitorar a evolução do ambiente de negócios e avaliar a melhor maneira de servir nossos fãs brasileiros no futuro."

Mas agora vamos aos fatos, isso realmente muda alguma coisa na vida dos jogadores fãs da Nintendo? Minha resposta é não. Saiba o porquê abaixo:

Com a mudança, o Mario Kart parou de funcionar? Não? Ufaa! Estamos salvos.


A primeira coisa que devemos levar em conta, é o cenário atual da Nintendo no Brasil. A empresa não possuía fábrica local de consoles, somente os distribuía oficialmente, o que fazia com que seus preços fossem tão elevados, que era mais barato importar.
A Nintendo também não fazia nenhum tipo de localização em seus jogos (raríssimos casos tinham legendas em Portugês), enquanto as concorrentes fazem isso, e mais, ainda dublam os jogos para Português brasilieiro.
E ainda, a Nintendo  não se preocupou em adaptar as lojas do Wii-U e 3DS para o novo modelo de compras internacionais com cartão de crédito no Brasil, coisa que as concorrentes rapidamente resolveram, criando lojas nacionais.
Então, o que mudou com a saída da Nintendo do Brasil? Na prática, nada.

Obaa, viva a Nintendo! Ou não?
Mas calma, antes que você diga que eu odeio a Nintendo, ou que não entendo nada de mercado, temos o outro lado da moeda (sempre temos). O que muda, na teoria, é que a saída da Nintendo, tira um concorrente de jogos no Brasil, novamente, em teoria, diminuindo o investimento para jogos digitais no país.

Outra teoria, é que com essa saída, também não temos mais chance de ter essa localização dos jogos para nosso país, que a Nintendo ainda não possuía. Também não teremos chance de ter os produtos das lojas comprados facilmente com cartão de crédito, da abertura de um modelo nacional da loja, e também da produção nacional dos consoles. Tudo isso fica mais distante com a saída da empresa (Não que ela demonstrasse que estava próximo de ocorrer, mas era mais fácil com a revenda oficial no país.)

Mas enfim, qual o impacto dessa mudança em nossa vida? Talvez, isso chame ligeiramente a atenção dos cobradores de impostos; que chame a atenção dos fiscais de cobradores de impostos; que chame a atenção dos 'fiscais' dos "fiscais de cobradores de impostos"; que por sua vez resulte em algum escândalo de fraude política; que chame a atenção da população; que gere protestos; que os impostos sejam reduzidos; enfim... A história é longa, mas quem sabe? Vamos pensar positivamente, tenho certeza que essa saída não é definitiva, mas que, nesse exato momento, não muda nada em nossas vidas de jogatina.

Mas será culpa dos impostos mesmo? Qual o real motivo por trás disso tudo? Difícil saber com certeza, mas é provável que sim.

O que vocês acham dessa mudança? Concordam, discordam do que foi dito?

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Wallpaper: Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire!

Com o aguardando lançamento dos remakes de Omega Ruby e Alpha Sapphire, nada melhor do que comemorar mudando o plano de fundo do seu computador, confira dois Wallpapers legais abaixo:

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E como bônus, uma mapa gigantesco de toda a região de Hoenn:

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Boa jogatina!

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Jogar Vídeo Games é uma perda de tempo?

Recentemente, tenho tido pouco tempo para jogar, é verdade. E acredito que isso acontece com muita gente em certa fase da vida. E junto as obrigações do dia a dia, quando chego em casa e tenho poucas horas (as vezes menos de 1 hora), antes de dormir, e me vejo cercado de coisas para ler, estudar, aprender; documentos para revisar, papéis de banco para resolver, entre outras infinidades de coisas.
E também sinto vontade de jogar (e isso se enquadra em qualquer lazer: assistir filmes, animes, desenhos, ler um livro), e fico me perguntando: Será que eu estou perdendo meu tempo jogando?


Claro que, na visão dos pais, o filho sempre perde tempo quando está jogando. Tempo que ele poderia estar estudando, se preparando para provas, enem, vestibulares; ou ainda aprendendo um novo idioma ou uma nova habilidade. Mas será que é mesmo?

Se formos comparar, um pai sempre vai preferir ver seu filho lendo um livro do que jogando vídeo game. É claro que, numa visão de fora do negócio, sempre imaginamos que o livro é mais produtivo, afinal, o livro sempre foi sinônimo de estudos. Mas é difícil de imaginar que ler a coletânea inteira de Harry Potter 7 vezes (sim, eu li todos os 7 livros, 7 vezes cada um) possa ajudar nas aulas do dia-a-dia. Mas ela pode melhorar minha habilidade com o Português.

O mesmo ocorre com os jogos. De forma sútil e, convenhamos, agradável, os jogos conseguem nos ensinar habilidades. E esse assunto vendo sendo muito discutido recentemente por pesquisadores e cientistas.

Quais habilidades?


Jogos de Tiro: Destreza e agilidade: Call of Duty e Battlefield exigem que o jogador reaja da forma mais rápida possível ao identificar o inimigo, e mais rápido ainda ao ser identificado pelo inimigo. Uma sessão de jogatina com jogos de tiro, nos deixa mais rápidos para identificar os elementos virtuais (os objetos do jogo), e também a destreza, nos tornando pessoas que pensam e reagem mais rápido a diversas situações.

Jogos de estratégia: Esse não é preciso nem discutir né? Saber utilizar seus recursos de forma inteligente nos jogos de estratégia, como Ouro, Madeira e carne no Age of Empires, são a chave do sucesso no jogo. nos demais jogos, também sempre temos que fazer essa "gestão" de recursos, sejam eles ouro, itens ou munições, e tudo isso nos tornam melhores analistas e gestores de finanças, e também dos recursos no trabalho, quaisquer que sejam. Esses jogos fazem com que uma criança, por exemplo, seja capaz de planejar os gastos de sua mesada de forma mais eficiente, para que ela não gaste muito com algo que possa ser chato depois.

MMOs: Os jogos online desenvolvem, entre outros aspectos, nossa
comunicação social. Afinal, conseguir um bom desconto em item raro no World of Warcraft, precisa de uma boa conversa. E participar de eventos de Raid e Dungeon, exigem um grupo. Outro ponto muito forte desses jogos é a liderança. Bons líderes num grupo de Raid, podem ser bons líderes em uma equipe de ambiente empresarial. Esse ponto é tão forte que algumas empresas já estão investindo em identificar esses potenciais líderes disfarçados em jogos online.

Todos os jogos: Curiosidades, expansão de horizontes, criatividade, aprendizado.
Essas informações é bom detalhar. Mas a quantidade de habilidades que se adquire jogando é tão grande, que poderíamos sim comparar com outras formas de entretenimento. Adquirimos por exemplo, a curiosidade, que nos leva a tentar aprender e descobrir coisas novas, explorar "dungeons" novas.
Expandimos nossos horizontes, pois um jogo do Japão pode nos mostrar muito de uma cultura que não conhecemos. Também podemos afirmar que os jogos que possuem histórias "surreais", como Final Fantasy, que possuem mundos que não existem, com personagens (e raças) que não existem, estimulam nosso cérebro a ser criativo, a inventar, e porque não, pode estar formando futuros escritores de ficção científica.



Se formos um pouco mais longe, nossa memória é constantemente testadas em todos os jogos, e em jogos que precisamos saber a localização de determinados lugares para chegar mais rápido, como por exemplo GTA, onde decoramos cada canto da cidade, ou mesmo um MMORPG que possua um mundo grande; tudo isso faz com que tenhamos melhores habilidades de geografia e localização.

Outro fato importantíssimo que merece um post a parte, é sobre a aprendizagem de idiomas por meio dos jogos digitais. É claro que ela levaria muitos anos para aprender exclusivamente dessa forma, mas se você já estuda o idioma, o jogo serve para "por em prática suas habilidades", e caso não estude, que foi o meu caso, ao longo de mais de 15 anos jogando muito diariamente em contato com o inglês, e posteriormente um pouco de estudo, pode ter certeza que o avanço no idioma será consideravelmente grande.

E então, você ainda tem dúvidas sobre esses benefícios? Então porque não ler mais sobre os experimentos científicos que comprovam esses fatos na série de três postagens que fizemos no blog sobre isso:







sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Diário de Um Jogador: Dead Island

Eu nunca fui um assíduo jogador de jogos de terror, mas sempre gostei muito deles!
Os jogos criam um ambiente de suspense muito bom, e os melhores jogos tem uma sensação de imersão muito grande no ambiente! Por isso tenho Dead Island, um perfeito misto de RPG com suspense, e sustos ocasionais.

Meu jogo estava parado a muito tempo, na parte do primeiro chefe, em que o personagem escolhido (Eu escolhi a mulher Chinesa, porque ela é "dagger", das facas) deve derrotar o primeiro chefe, que é um zumbi bombado que te joga longe em qualquer contato.

Claro que a fase é fácil, só ter paciência de dar umas voltas no zumbão. Depois de derrotar ele, liberamos um ponto de retorno, que é a toda a área de salva vidas. As pessoas que estavam com a gente na cabana lá embaixo? Nem sequer movem uma mão para ajudar, só sobem mesmo depois que a barra estiver limpa. E digo limpa mesmo. Após derrotar o chefe, ainda é necessário vasculhar toda a área e limpar todos os zumbis antes que eles possam vir.

Preguiçosos a parte, depois de terminar essa parte, liberamos muitas coisas. A galera da praia tem várias quests, e começamos a explorar as ruas, que são cheias de zumbis deitados, "fingindo" de mortos, prontos para levantar e te assustar quando você passar próximo. Fora o áudio do jogo, que parece estar sempre em 50% do volume máximo, e aumenta para 100% somente nos gritos dos zumbis, feito para os sustos.

Os gráficos do jogo são excelentes, apesar de estarem longe de serem perfeitos, mas conseguem transmitir um bom clima de terror no cenário. A possibilidade de andar de carro pela ilha também é maravilhosa, faz com que os caminhos fiquem mais curtos (e menos perigosos, pois podemos atropelar os zumbis, obaaa), e o esquema de aprimoramento e reparo das armas, deixa a coisa toda mais interessante.


Só não espere muito do final do jogo, afinal, o final não é final; e no fim, não pensaram em fazer um bom final...Mas o resto do jogo é ótimo, e matar zumbis sempre é divertido.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Nostalgia: Ragnarok Online



Ragnarok, como comentamos anteriormente aqui, pode ser classificado como um Jogo de Década, pois seu sucesso vem se estendendo por mais de 10 anos, e certamente que pelo tempo que os servidores continuarem ativos, teremos fãs e até novos jogadores ansiosos para jogar. Mas o que de tão bom e cativante tem esse jogo simples de 2002, e com gráficos "antigos" ?

A Guerra do Emperium


Assassin ou Mercenário no Brasil
Bom, eu digo que, em sua época, ele tinha o brilho, mas hoje em dia, é apenas nostalgia. Na época dele, era um dos poucos MMORPGs que recebia atualizações constantes, e o melhor, gratuitas! Apesar de possuir a mensalidade na época, suas expansões sempre foram gratuitas, e de certa forma, constantes. Ele foi o primeiro MMORPG sul-coreano que obteve sucesso fora da Coréia, e no Brasil, o primeiro traduzido totalmente para Português, com servidores nacionais e com pagamentos em nossa moeda. Estima-se que ele possua mais de 25 milhões de jogadores mundo a fora. No Brasil, não sabemos a estimativa, mas em seu auge, chegou a ter 3 milhões de jogadores.

Outro fato muito positivo para o jogo, era a sua grande comunidade: Muitos fóruns de discussões sobre as habilidades; o fato do jogo não ser equilibrado também é um ponto positivo, pois fazia os jogadores explorem cada detalhes de cada classe, testarem cada possibilidade e cada combinação de atributos, mas, falar sobre os atributos, merece um destaque especial.

O Emperium, que deve ser quebrado para tomar um castelo
Os atributos podem ser distribuídos conforme o jogador passa de nível, podendo aumentar cada atributo até o número máximo de 99 pontos (antigamente, hoje até 120), e tendo limitações quanto a quantidade de pontos que se gasta, sendo que, quanto maior o atributo, maior o número de pontos necessários para aumentá-lo.
Esse detalhe deixava os jogadores muito confusos no começo, e gerava infinitas combinações erradas de personagens, com atributos de magos em cavaleiros, por exemplo. Mas depois que se aprendia o jogo, esses mesmos atributos se tornavam um leque gigantesco de possibilidades de combinações, como por exemplo, a possibilidade de ser um Sacerdote que não usa seu poder para curar, e sim para bater "na mão" nos monstros, e ser um bom DPS. Não é um personagem tão eficiente como um Cavaleiro, que foi criado para isso, mas com certeza dava para dar boas risadas, e o grande feito do jogo era a possibilidade de tornar esse personagem, não somente eficiente, como também competitivo no DPS, utilizando-se de cálculos perfeitos de combinações de atributos e equipamentos raros e poderosos.
Os sistemas de possuir Level de Base e Level de Classe, de ter diversos tipos de classes, e evoluções dentro de cada classe; das classes possuírem habilidades individuais e específicas; sem falar do sistema de equipar cartas nos equipamentos e armas, e também sistema de refino e aprimoramento deles (recentemente, foi adicionado um sistema de encantamento), tenho certeza que, para aqueles que querem se aprofundar no jogo, o caminho é longo, e ele torna o jogo mais diversificado e interessante.

O jogo também tem o seu carisma visual, com gráficos estilo animes, músicas características e personagens "fofinhos". A personalização do visual dos personagens, também deve ser levada em consideração. Apesar de não poder mudar a roupa, podia-se mudar 3 equipamentos visuais na cabeça, o que já era o suficiente para os personagens saírem desfilando por ai com chapéus diferentes, e elmos raros.

Tela do Equipamento e Status de um Sacerdote de
Batalha (que tem pouca INT- inteligência, ou seja,
pouca capacidade de cura, e mais capacidade de bater
e com muita agilidade! )
Jogar em grupo, sempre foi o diferencial dos jogos online. A possibilidade de reunir não somente um grupo de amigos pequeno, como todos os amigos que você possui, no mesmo jogo, sempre foi o maior atrativo.
Em Ragnarok Online não era diferente, os grupos podiam ser de até 12 jogadores, e o "UP" era facilitado por essa união de forças. E existem as Guerras do Emperium, onde um Clã inteiro deve proteger seu castelo quanto os diversos outros clãs que tentarem invadir, seja qual for a quantidade de jogadores, ocorrendo batalhas verdadeiramente épicas, pela enorme quantidade de jogadores batalhando.

Mas, o passado não pode voltar. O que impede Ragnarok de continuar o sucesso?
O UP cansativo talvez. Apesar da mudança realizada recentemente com a Renovação, o jogo continua um jogo de Grinding (ganhar experiência apenas matando monstros, centenas e centenas de monstros), e não possui formas muito dinâmicas de up, deixando-o de certa forma massivo.
O fato de o gráfico ser ultrapassado, também se torna um empecilho, apesar de que, atualizá-lo graficamente, seria quase impossível. Seria necessário refazer o jogo, que já foi tentado em Ragnaork Online 2 e ele fracassou.

A grande bagunça de uma guerra do emperium

Mas por enquanto ele continua lá, podemos matar a saudade de tempos em tempos, mas, dia após dia, ele vai ficando defasado, e novos títulos vão surgindo, com novas técnicas de leveling, de gameplay, e poder gráfico, que vão nos afastando dos jogos mais antigos. Mas eles sempre terão um lugar lá, na nossa lista de jogos favoritos.



Wallpaper: Uma imagem vale mais que mil palavras

Bons Wallpapers devem ser compartilhados, por isso, ai vai um pouco de Warlods of Draenor:


Grommash Hellscren - Clique na imagem para ampliar